Ministério reconstrói quase 700 casas de cristãos destruídas pelo EI

16/02/2018

Quase 700 casas cristãs foram reconstruídas pela missão Portas Abertas e seus parceiros nas Planícies do Nínive, Iraque, após anos de genocídio e destruição cometidos pelo Estado Islâmico.

Há cerca de três anos e meio, os jihadistas forçaram os cristãos e outras minorias religiosas na região a escolher se converter ao Islã, pagar um pesado imposto para manter sua fé ou ser morto. Vendo suas vidas em risco, centenas de milhares de cristãos assírios, católicos e ortodoxos decidiram fugir de suas casas e procurar refúgio nos países vizinhos.

Após a cidade de Mosul e as planícies vizinhas de Nínive terem sido libertadas em meados do ano passado, os membros da comunidade cristã estão lentamente reconstruindo suas casas e igrejas destruídas e profanadas pelo brutal grupo terrorista.

Embora não tenham recebido muito auxílio de governos estrangeiros, grupos humanitários internacionais estão oferecendo ajuda para restaurar as aldeias.

A Portas Abertas, ministério que opera em mais de 60 países em todo o mundo, que já trabalhava com refugiados na região, anunciou que 678 casas foram restauradas nas Planícies de Nínive, graças às doações de seus parceiros. Foram 286 casas em Qaraqosh, que já foi a maior cidade cristã do Iraque.

“Como o Senhor disse a Seu povo através do profeta Isaías, Deus está fazendo uma ‘coisa nova’ em Qaraqosh”, afirma um relatório da Portas Abertas. “Lojas e restaurantes estão abertos, as crianças vão para a escola, os ônibus cheios de estudantes se dirigem para Mosul diariamente para que possam estudar na Universidade de Mosul, e um número crescente de cristãos estão retornando à cidade assíria”.

Mesmo assim, os custos para restauração do norte do Iraque ultrapassam o que a as missões cristãs conseguem levantar. Outros grupos humanitários, como os Cavaleiros de Colombo e a Fundação Auxílio à Igreja que Sofre (ACN), bem como organizações menores, estão se unindo para apoiar os moradores, independentemente da fé que professam.

A ACN, uma organização ligada ao Vaticano, comprometeu-se com cerca de US$ 5 milhões para apoiar projetos de reconstrução e reforma de aproximadamente 2.000 casas de cristãos no Iraque.

O governo da Hungria fez uma grande doação no ano passado para ajudar a restaurar casas na cidade cristã de Telskuf. Espera-se que em breve chegue o dinheiro prometido por Donald Trump. Com informações de Christian Post

“Em 2017, os judeus ganharam a batalha pelo Monte do Templo”, comemora

07/01/2018

Muitos rabinos não proíbem mais que judeus subam ao local

No ano passado, um número recorde de judeus subiu ao local mais sagrado de sua fé, o Monte do Templo. Para alguns dos ativistas pela construção de um Terceiro Templo, isso é até mais significativo que a vitória de Israel na Guerra de 1967, quando unificaram Jerusalém, retomando a porção Oriental das mãos da Jordânia.

Para esses judeus, o próximo passo seria a retomada da oração no Monte do Templo, algo que deve ser decidido dentro de algumas semanas, quando será comunicado o resultado de um processo judicial. Atualmente é proibida toda manifestação religiosa não muçulmana.

Yera’eh, uma organização que promove a subida ao Monte Moriá – ou Monte do Templo, como é mais conhecido – afirma que, em 2017, 25.628 judeus estiveram ali. Isso é quase 60% a mais que os 14.626 que subiram em 2016. Em 2014 e 2015, o número não passou de 11.000 a cada ano. Em 2009, quando a contagem foi feita pela primeira vez, apenas 5.658 judeus visitaram o alto do Monte.Elisha Sanderman, representante da Yera’eh, acredita que isso é algo a ser comemorado. “Cinquenta anos atrás, os paraquedistas das Forças de Defesa de Israel reconquistaram o local durante a guerra e anunciaram: ‘O Monte do Templo está em nossas mãos’, mas isso nunca se materializou em plenitude”, lembra Sanderman. “Atualmente, a nação está expressando sua conexão com nosso local mais sagrado e podemos dizer com toda sinceridade: ‘O Monte do Templo está em nossas mãos'”.

Segundo as estatísticas do governo israelense, mais de 300 mil cristãos visitam o Monte anualmente. Incluído neste número estão os judeus que não se identificam como judeus. As autoridades desestimulam a subida, pois o acordo de paz assinado no final da Guerra dos Seis Dias, em 1967, deixou o controle nas mãos do Waqf, autoridade islâmica ligada ao rei da Jordânia.

Asaf Fried, porta-voz do Movimento Unidos Pelo Templo, concordou que o ano passado pode ter marcado um passo importante no processo que levará ao Terceiro Templo.

“A guerra pelo Monte do Templo finalmente acabou”, acredita Fried. “Agora, precisamos de mais judeus subindo ao Monte do Templo, e todos precisamos dedicar-se muito mais às questões espirituais, pois o próximo passo é a vinda do Templo”.

Ele cita dois motivos para essa mudança drástica. “Houve um poderoso despertamento espiritual entre os judeus de todas as linhas em relação ao Monte do Templo”, destaca. “Isso é igualmente verdade entre os rabinos. Antigamente, parecia ser um consenso entre os rabinos influentes que a subida ao Monte do Templo devia ser proibida. Na semana passada, o rabino Eliezer Melamed, um especialista de renome mundial na lei da Torá, declarou que era permitido”.

“O outro motivo é que as questões de segurança melhoraram muito. Em 2014, subi com meus filhos em um grupo de 15 pessoas. Centenas de árabes correram até nós, gritando ‘Allahu Akhbar’ e nos amaldiçoando. Mesmo que a polícia nos acompanhasse, era insustentável. Tanto os judeus quanto os cristãos eram tratados com agressividade”.“Agora, o local está mais quieto”, destaca Fried. “Quem vai até lá tem a capacidade de meditar sobre o significado do lugar”.

O Movimento Unidos Pelo Templo, liderado por Yaakov Hayman, conseguiu levar até a Suprema Corte do país um processo pedindo que os judeus possam visitar livremente o local, sem precisarem do acompanhamento da polícia ou dos guardas do Waqf. O veredito deve sair até o final de janeiro.

Hayman lembra que a situação mudou muito após a chegada de Trump ao poder. “Quando nós iniciamos o processo junto à Suprema Corte, no ano passado, o presidente Obama apoiava a resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando a presença israelense em Jerusalém”.

“Agora, a questão política é totalmente diferente. O presidente Trump acaba de declarar que Jerusalém é a capital de Israel. Isso tem uma enorme influência sobre o que acontecerá no Monte do Templo. O palco está sendo totalmente definido para as coisas que estão por vir”, comemora Hayman.

O rabino Hillel Weiss, porta-voz do Sinédrio e chefe da organização Templo em Sião é mais cauteloso em sua avaliação. “Este é um fenômeno maravilhoso e abençoado, mas precisamos fatos mais concretos para que isso tenha um significado duradouro”, disse Weiss. “Precisamos ter liberdade de fazermos orações, tanto individualmente como em grupos. E a possibilidade de carregarmos para lá pergaminhos da Torá. Isto é o que trará de volta o serviço do Templo”.

Ele repete a tradição milenar ao encerrar dizendo: “O Monte do Templo é o centro do mundo. Quando ocorrem mudanças significativas aqui, logo as mudanças aparecem em todo o mundo”. Com informações de Breaking Israel News

Kaká anuncia aposentadoria, agradece a Deus e diz: “Eis-me aqui”

20/12/2017

Ex-jogador diz que tomou a decisão de encerrar a carreira após um período de orações

Durante uma entrevista veiculada este sábado (16), afirmou: “Eu precisava de um tempo para pensar e tomar uma decisão muito tranquila, muito calma e muito consciente do que eu gostaria para minha vida profissional. Aí eu pedi para algumas pessoas muito próximas, meus pais, meu irmão, minha namorada e a esposa do meu irmão, são cinco pessoas, pedi para que a gente fizesse um período de orações… muito consciente eu cheguei à conclusão que é o momento de encerrar a minha carreira como jogador profissional”.

Campeão mundial em 2002 com a Seleção Brasileira, ele ostentou na comemoração uma camiseta que dizia “I Belong to Jesus” [Eu pertenço a Jesus], mensagem que rodou o mundo e incomodou a FIFA, que pouco tempo depois proibiu esse tipo de manifestação nos gramados.

O anúncio de Kaká ocorre exatamente dez anos depois de conquistar o título de melhor jogador do mundo, vencendo na ocasião Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

Em suas redes sociais ele postou uma foto neste domingo (17) com a mesma camiseta de 2002. A mensagens final, em inglês e português, diz: “Pai, Foi muito mais do que eu pedi ou imaginei! Obrigado! Eis-me aqui para próxima jornada. Em nome de Jesus. Amém”. Foram quase 37 mil compartilhamentos nas primeiras 24 horas.

Kaká disse que pretende estudar e se dedicar a uma nova função fora dos gramados, como ser manager ou diretor de clube. O Milan já fez uma oferta nesse sentido. O retorno à Itália parece ser o caminho mais provável.

No passado, Kaká disse que pretendia ser pastor quando se aposentasse, mas após desentendimentos com a liderança da Igreja Renascer, onde foi consagrado presbítero ao lado da ex-esposa Carol Celico, ele não voltou a falar no assunto publicamente. Com informações de ESPN

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